« Tudo tem um inicio e um fim, e isto não foi excepção. Depois de tantas promessas deixadas ao vento, as ilusões acumularam-se, as palavras foram largadas, os desejos escondidos e a esperança desapareceu. Não guardo rancor, apenas memórias. Memórias perdidas
Quiseste amar-me e fizeste-o, quiseste abraçar-me, beijar-me e alcançaste o meu corpo, os meus lábios, quiseste ser o meu mundo e foste, quiseste ser o meu namorado e conseguistes, quiseste esquecer-me e avançastes, quiseste extinguir todo o nosso amor e obtivestes.
Agora, és feliz ?
Tornaste-te um estranho para mim, mas eu ainda amo, eu ainda choro, eu ainda sofro. Modificaste-te perante e conforme a tua dor: fui eu que a criei, mas foste tu que a fortaleceste .
Afinal, quem eu amo ?
- Já não te conheço.
Conseguiste destruir tudo o que nos envolvia – era tanto.
Converteste num cobarde, sem coragem para me enfrentar, escondeste-te, fugiste.
Dissimulaste a minha inexistência. Mas erraste, eu sou real e vou permanecer neste mundo, quer queiras quer não, também irás permanecer aqui, porém faz como sempre, ignora-me , despreza-me .
Será que alguma vez te conheci realmente ?
Feriste-me, contudo antes disso amaste-me. Fost...
Saberia que tudo iria começar novamente, que o fim simplesmente iria iniciar outra vez algo. Tudo o que não queria que se repetisse novamente, acabou por acontecer. Todas as forças que teve, naquele momento escassearam-se e fizeram com que algo se apoderasse dela , algo que não era visível, e que apenas ela o sentia. Não era doloroso nem malévolo, pelo contrário era (re) confortante, fazia-a sentir o que a rodeava, manteve-a viva quando já nenhuma esperança havia para tal sacrifício vindo de dentro daquele corpo tão frágil naquela altura (já sem forças). Contudo, ela não queria que aquilo a segurasse, não pretendia estar pendente dele , novamente. Então, só teria de fazer uma coisa: desfalecer – já tinha acontecido antes, por causa daquele indivíduo (não haveria de ser difícil fazê-lo despropósito) – porém não conseguiu, ele não a deixou. Estava ali e prometia – outra vez – todas aquelas ilusões, todos aquele buracos que nunca ficaram bem tapados e os quais ela deixou-se cair no fi...
Podia ter ganho, mas fechei o jogo. Saberia o final da história, se não tivesse queimado o livro. Conseguia aprender, porém preferi faltar. Poderia ser a pessoa que tinha o poder de duas pessoas, mas desisti. Não é mau, nem bom. Decidi abolir o sentimento, o pensamento, a emoção, a conversa, o sentido, a farsa, o ódio, o perdão, a preocupação. Não me importo, não quero saber! Sozinha, tenho o poder de dois. Em conjunto, não tenho nada. E numa determinada altura, talvez daqui a um ou dois anos ou três anos ou mais (terei tempo para decidir), irei repensar, deixar de vaguear e aproveitar o meu outro lado. Até lá deixem-me que eu ficarei bem ou mal, tanto faz.
ESTÁ LINDOOO *.*
ResponderEliminarGostei muito (:
ResponderEliminarTão bonito *.*
ResponderEliminarObrigada pelo teu comentário (:
De nada (:
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